Por Edilson Andrade
Muitas pessoas confundem sálario com remuneração. O fato é que, embora os dois conceitos se complemetem, eles tratam de coisas diferentes, o que poderá confundir o trabalhador no ato de uma escolha. Nem sempre a melhor, entre duas oportunidades ofertadas, será aquela que acena com o maior salário.

Sempre que optar por um trabalho, você deverá ter duas coisas em mente: você precisa do trabalho; a empresa precisa de seus serviços. Portanto, trata-se de uma relação recíproca, de troca de recompensas. De um lado, o trabalhador sendo recompensado por aquilo que desempenha. Do outro, a empresa obtendo resultados a partir de um trablho executado por alguém.
Quando uma empresa decide, contratar um determinado profissional, isso significa que ela fez uma boa nálise do pacote de benefícios que aquele colaborador trará aos negócios. O mesmo deveria acontecer com os trabllhadores. Todo profissional deveria avaliar os diversos aspectos que permeiam uma vaga. Mas o que costumamos resenciar é algo bem diferente. Vejo trabalhadores com foco diretamente apontado um só aspecto: o salário. Como se esse fosse suficiente para determinar, sozinho, o começo ou o fim de uma relação trabalhista.
Eu diria que o salário, embora essencial, deve ocupar a terceira posição na escolha de um emprego. Antes dele encontra-se, primeiramente, a tarefa em si. Você deve saber exatamente qual será sua função e se o que estão lhe oferecendo poderá ameaçar princípios morais, sociais, éticos, ou quaisquer de seus valores. Se a ameaça existir, "caia fora". Pode ser que, a curto prazo, tal emprego lhe traga vantajosos benefícios mas afirmo que, no final, você encontrará a falência profissional.
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